quinta-feira, 17 de novembro de 2011
_____________________ANALISE: MARIO 3D LAND______________________
NOTA MÉDIA: 8,8 / NOTA PESSOAL: 9,0
Mario 3d land vem para convencer os fãs da Nintendo a adquirir o portátil de vez.
Assim como sempre, vamos resgatar a princesa Peach.
A linha normal dos jogos de aventura em 3d do Mario, nascido no Nintendo 64 como “Mario 64”, até o Mario galaxy2, tinha como objetivo, resgatar as estrelas, que servia para abilitar as demais fases, até chegar a ultima, derrotar o kopa e salvar a princesa. Já toda linha de Mario 2d, na era nintendinho ate super Nintendo, e saltando para o Ds com NSMB, não era necessário pegar estrelas, mas sim finalizar as fases em uma seqüencia linear, e sempre finalizando com o salto no topo do mastro seguido de fogos.
Miyamoto decidiu fazer uma lambança com tudo isso, ele manteve o esquema de passar de fases linearmente com a finalização em um salto no mastro, como nos jogos clássicos 2d, porem, todo jogo tem a mecânica em 3d, como Mario 64. E as moedas que não serviam pra muita coisa no NSMB agora são a chave para abrir diversas fases, principalmente as especiais liberadas depois de fechar o jogo.
Gráficos – 9,0
Assim como todos os marios, o acabamento de “Mario 3d land” é bem colorido e polido. Não apresenta qualquer serrilhado ou defeito, está impecável.
Tanto Mario quanto Luigi mantém suas boas aparências, e perdem suas boinas quando são encolhidos após esbarrar em inimigos.
Os cenários não são tão grandes como o antigo “Mario 64”, mas são muito originais, passando nitidamente o trabalho bonito da equipe, destacando-se para a parede externa do castelo do koppa, molhada pela chuva. O efeito de profundidade 3d é quase nulo, a Nintendo preferiu capar o efeito, talvez para não gerar burburinho de crianças passando mal
Ponto forte - Cenários criativos, belos e bem acabados....................................................
Ponto fraco - Efeito 3d praticamente nulo.
Jogabilidade – 8,5..................
Toda mecânica se mantém com os movimentos padrões do “Mario 64”, com os saltos triplos, laterais e bundadas. O Mario volta a usar a super folha, onde ele se transforma em guaxinim, porem ele não chega a voar como fazia no super Nintendo, mas flutua por um longo caminho, e se torna obrigatório pra passar algumas fases.
A flor de fogo se mantém, e pode ser usada dentro da água, inclusive disparar fogo no peixes ( ótimo para salmão grelhado ). Existe também a super folha dourada, que alem de fornecer o poder de guaxinim, fornece o poder de estrela ( pura covardia ), temos a super folha branca, onde a única mudança da super folha convencional é que ele vira uma estatua de metal ou invés de dar bundadas, e pra finalizar, aparece o boomerang, ai o mario ou luigi usa os trages do seu antigo inimigo, e dispara o tal boomerang, boomerang esse que servirá para alcançar algumas moedas e estrelas distantes, como de costume no jogo “zelda”. Todos Power-ups tem tempos ilimitados, atendendo reclamações feitas do “Mario galaxy”.
O ciclepad prova sua eficiência, pra causar inveja em quem tentava jogar “Mario 64 ds”, os demais botões seguem os padrões antigos. Em muitas fazes, podemos usar o giroscópio em um binóculo, afim de localizar o Toad, ele sempre nos fornece alguma coisa, bem como as estrelas ou cogumelos. Na tela tought, temos duas setas que se pressionadas, inclina a câmara para podermos olhar por ângulos que a câmara convencional não mostra, isso revela alguns objetos escondidos.
Ainda na tela tought temos guardado no centro, um Power-up, que pode ser acionado imediatamente quando precisar, e o interessante é que não perdemos o Power-up que está sendo usado, dando pra fazer trocas sem limites.
Os personagens tem inteligência mediana, seguindo o padrão dos jogos anteriores, com exceção dos chefões que alem de serem os mesmo sempre, mantém também os mesmos ataques, deixando-os completamente previsíveis
Ponto forte - Ciclepad bem adaptado. Novo Power-up...................................................................
Ponto fraco - Pouca exploração dos recursos do console, chefões muito fáceis e com ataques repetitivos.
Som – 8,5................
Os efeitos sonoros estão excelentes, a ponto de ouvirmos sons diferentes dos passos no chão, conforme tipo de piso. As vozes do Mario e Luigi apresentadas continuam legais, mesmo sendo só “gemidos”.
As trilhas sonoras são praticamente as que já conhecemos, porem algumas sofreram remakes no tempo da canção, ou alguns instrumentos mais agudos ou graves, ou seja, quebra um pouco a mesmice que estávamos acostumados.
Ponto forte - Mantiveram trilhas sonoras clássicas...............................................................
Ponto fraco - Poderiam adicionar mais canções.
Diversão - 9,0................
A principio são 8 mundos, os dois primeiros tem 5 fases e 2 fases bônus, os mundos restantes tem 6 fases e 1 fase bônus, com exceção do mundo 8 que não tem bônus. No 8° mundo temos uma surpresa, após matar o kopa, ele rápida a princesa novamente, ai aparecem mais 2 fases novas.
Resumindo são 48 fases no total, e algumas novas no modo especial. Depois de terminar o jogo, é aberto um novo modo, com mais 8 mundos e 48 fases. As fases nesse modo tem a mesma característica das anteriores, mas a maioria traz novidade, com mudanças no cenário , , percurso, inimigos diferentes e estrelas em lugares diferentes. Alem disso, diversas fases com contratempos paralelos, hora com apenas 30 segundos para concluir, onde precisamos pegar relógios de 10 segundos espalhados pelo roteiro antes que acabe todo tempo;
....... outro contra-tempo é o dark-mario presente na fase para tentar te matar, ele te persegue o tempo todo. Alem do Koppa, só aparecem 2 chefes para matarmos no fim de cada mundo, o mais fácil de matar é uma tartaruga pouco maior que o Mario, que vem girando que nem pião pra sentar o braço na nossa cara, a outra é uma tartaruga ( fêmea, deve ser esposa do macho ), mas essa lança boomerangs. Ambos chefes são muito fáceis de matar.
Ponto forte - Diversidade das estruturas das fases despertam curiosidade..............................................
Ponto fraco – Fases muito curtas. Baixo grau de desafio.
Se o jogador não se importa em finalizar o jogo 100%, e quer simplesmente matar o koppa, ele resolve isso em 2 horas de jogo, sem fazer força. Agora, você pode conquistar todas as 150 moedas dos 8 mundos e matar o koppa, ai já são 4 a 5 horas de jogo, e mesmo assim você pode tentar fazer tudo isso, no novo modo que é aberto depois de matar o primeiro koppa, e de lambuja, podendo jogar com Luigi, somando perto de 300 moedas com os 16 mundos totais, só nesse segundo modo você percebe que o nível de dificuldade é digno de um jogo de Mario, para essa conclusão final, perdemos mais de 10 horas de jogo.
Quando você termina o jogo nesse segundo modo, você tem uma surpresa, diferente do primeiro final, o que parece dar brecha para um “Mario 3d land2”. Vale a pena ver!
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Agora e que a Sony não alcança mais a Nintendo, nesse natal só vai sair jogos de peso para o 3dS, enquanto o Vita só vai sair ano que vem.
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